sábado, 25 de setembro de 2010

Armadilha, armadilha!
Afronte-me, mate-me,
mas não torture-me assim.

Aos poucos a cena foi se desvendando
como se estivesse com os olhos embaçados
a começasse aos poucos ver
como quem fosse chegando próximo ao espelho.

Ao espelho!
E na hora não entendesse o que estava a ver.
Todas as inseguranças contidas em um segundo
de viver e ver,
em um momento
o que
querer.

De olhar
e ver,
o que
parece
ser
você.
-------------------------------------------------------------------------------------
pela primeira vez

Nenhum comentário:

Postar um comentário