Armadilha, armadilha!
Afronte-me, mate-me,
mas não torture-me assim.
Aos poucos a cena foi se desvendando
como se estivesse com os olhos embaçados
a começasse aos poucos ver
como quem fosse chegando próximo ao espelho.
Ao espelho!
E na hora não entendesse o que estava a ver.
Todas as inseguranças contidas em um segundo
de viver e ver,
em um momento
o que
querer.
De olhar
e ver,
o que
parece
ser
você.
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pela primeira vez
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